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Todas as mesas e oficinas terão certificado de participação

 

Mesa de abertura:

Dança e a educação nos limites da tela
 

Um ano de pandemia com um governo genocida. Um ano de isolamento. O que nos restou foram as telas em outros formatos de danças e relações.  Como estamos sobrevivendo? Abrem-se perpectivas ou selam-se acordos tácitos de esquecimento e apaziguamento? Dança, política e educação nunca estiveram tão conectados. Vamos conversar mais sobre isso?

Isabel Marques é Coreógrafa, diretora e professora de dança, escritora. Formada em Pedagogia pela USP, Mestre em Dança pelo Laban Centre, Londres (hoje Trinity Laban), doutora pela Faculdade de Educação da USP/96. Fundou e dirige o Caleidos Cia. de Dança desde 1996. Criou e dirigiu Caleidos Arte e Ensino, em São Paulo (2001-2008), hoje Instituto Caleidos. Premiada pela Bolsa Vitae de Artes (1993), pelo Programa Municipal de Fomento à Dança (2008, 2009, 2011, 2013, 2015, 2019), pelo ProAC (2009, 2010, 2018), pelo Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna (2009, 2013, 2015), finalista do Prêmio Jabuti (2011, 2013). Recebeu Bolsa Pesquisador Visitante da FAPESP, Bolsa Pesquisa CNPq e Difusão Cultural do MinC para participar do curso Relatedness in Motion, no Trinity Laban, Londres. Assessora do MEC na elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais (Dança), da UNESCO em documento para América Latina e da Secretaria Municipal de Educação de SP (1992-93, 2015-16).

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Mesa 2

Formação em dança a partir de uma perspectiva antirracista

 

Esta ginga/mesa reúne as artistas-pesquisadoras Aline SerzeVilaça, Ivana Delfino Motta e Maria Emília Gomes para, desde as próprias experiências e percursos, discutirem sobre a formação do artista da dança em uma perspectiva antirracista. Neste rolê reflexivo, pretende-se sentir/pensar/dizer sobre o racismo como atravessamento nos processos formativos em dança e problematizar  sobre o ensino de dança no nosso tempo, abrindo caminhos para invenções que possam transgredir e fissurar a ordem colonial vigente.

Aline SerzeVilaça é Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da ECA; Universidade de São Paulo-USP/SP. Mestra em Relações Étnico-raciais pelo Programa de Pós-graduação em Relações Étnico-raciais do CEFET/RJ (2015-2016). Especialista em Educação para as relações Étnico-raciais – semi-presencial – pela UNIAFRO/UFOP (2015). Bacharel e Licenciada em Dança pela Universidade Federal de Viçosa - UFV/MG (2007- 2014). 

Ivana Delfino Motta é artista da dança, pesquisadora, educadora, produtora e gestora cultural. Possui dupla titulação (Bacharelado e Licenciatura) em Dança pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP-SP) e Especialização em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona (Espanha) e Itaú Cultural (Brasil). É mestranda pelo programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UnB) e pós graduanda (especialização) em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Maria Emília Gomes é artista da dança e do corpo e arte-educadora. É Licenciada em Dança pela Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG e em Estudos Gerais: Artes e Culturas Comparadas pela Universidade de Lisboa.  Enquanto interprete-criadora, ampliou sua formação no curso para intérpretes-criadores na Escola Superior de Dança do IPL (Instituto Politécnico de Lisboa/Portugal).  Atualmente é artista e produtora no T.F Style Cia de Dança(SP), direção de Igor Gasparini, docente do Programa FIC-PRONATEC da Fundação das Artes de São Caetano do Sul e professora-coordenadora artística no  projeto Ayodele Balé - Escola de formação em dança para crianças negras - em São Paulo/SP.

Mesa 3

Dança, anatomia e singularidades

Nesse encontro abordarei como o estudo da anatomia aplicada à dança evidenciou as diferenças entre os físicos e o comportamento nas diferentes modalidades. Partir do ponto de vista de que há espaço para que a técnica da dança se adapte ao corpo, e não somente, como tem sido por muito tempo, em que o corpo busca se enquadrar nas rígidas regras da técnica da dança.

Entender as características e o funcionamento do corpo que dança, individualmente, é tornar a dança cada vez mais democrática.

Carol Lima é bailarina formada pela Escola de Danças Maria Olenewa e professora de ballet clássico por 17 anos na Escola de Danças Petite Danse no Rio de Janeiro. Fisioterapeuta formada pelo IBMR com especializações em Pilates, Trilhos anatômicos, RPG Souchard e Quiropraxia.  Trabalha com reabilitação e Pilates com bailarinos . Ministra o curso de Anatomia da Dança desde 2005 para a Escola de Danças Petite Danse, para os Cursos de Capacitação do Sindicato dos Profissionais de Dança do Rio de Janeiro e na versão on line.

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Mesa 4

"A Escuta do Corpo - Técnica Klauss Vianna"

 

A mesa apresenta os princípios da Técnica Klauss Vianna de dança e educação somática compartilhando uma metodologia diferenciada de dança com crianças desenvolvida por Jussara Miller no seu percurso artístico-pedagógico como professora de dança para crianças há duas décadas. 

Jussara Miller é Bailarina, coreógrafa, preparadora corporal e professora de dança contemporânea e educação somática, com atuação artística em processos colaborativos de criação entre linguagens: dança, teatro, literatura, fotografia e vídeo. É Mestre e Doutora em Artes e graduada em Dança pela UNICAMP. É docente do Curso de Pós-Graduação em Técnica Klauss Vianna da PUC-SP, em São Paulo. É diretora e professora do “Salão do Movimento”, um espaço de pesquisa e criação em dança e educação somática, em Campinas/SP. É Coordenadora do Bacharelado em Dança da Unimetrocamp. É autora dos livros: “A Escuta do Corpo: sistematização da Técnica Klauss Vianna” (Summus, 3ª Edição, 2007) e “Qual é o corpo que dança? Dança e Educação Somática para adultos e crianças” (Summus, 2012).

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Mesa 5 
Formação em dança: desafios, conflitos e contradições

Essa mesa traz 11 diretores de Escolas de dança da região dos inconfidentes, provocando um diálogo importante e urgente para refletir e pensar sobre a formação em dança nos cursos livres, a partir de uma perspectiva da não nutrição e fomento de discursos neoliberais, racistas e eurocêntricos.  

 

Ana Lisboa é bacharel e licenciada em Educação Física pela UFOP. Há 8 anos,  é proprietária, professora e coreógrafa do Studio Ana Lisboa, com unidades em Antônio Pereira e Mariana.

 

Ana Regina Pinheiro Barbosa é bailarina, professora e diretora/fundadora do Studio Anuar. Atua profissionalmente há 17 anos. Produtora e diretora de 13 Mostras de dança do ventre.

 

Bárbara Mól é licenciada em Educação Física. Bailarina, coreógrafa, professora e diretora/fundadora do Estúdio Bárbara Mól, com 7 anos de atuação na cidade de Ouro Preto/MG. 

 

Eduardo Batista é ator, artista educador, bailarino e gestor cultural, mestrando em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP, Diretor da Núcleo - Centro de Danças e Práticas Corporais em Mariana –MG.

 

Ingrid Ribeiro é atriz, bailarina, professora de ballet clássico, pesquisadora das danças Populares Brasileiras, criadora do Recontando projeto de contação de histórias e atua hoje na casa cultural de Cachoeira do Brumado.

 

Irene Melillo é coreógrafa, professora de clássico e de contemporâneo. Dirige a Escola de Dança Formas há mais de 25 anos, na cidade de Itabirito. 

 

Irielle Louise é artista docente, bailarina, coreógrafa, diretora/fundadora do Estúdio de Arte e Dança Irielle Louise. Bacharel em Direção Teatral pela Universidade Federal de Ouro Preto. Pós-graduanda em Psicomotricidade.

 

Jussara Braga é mestre em Dança pela UFBA, artista, pesquisadora, professora e produtora cultural. Tem como linha de trabalho a democratização da dança como campo de conhecimento.

 

Laura Gomes, diretora e professora da Escola de Bailados de Mariana, formada em Licenciatura em Letras (UFOP), pós-graduada em Gestão de Pessoas (CEPEMG) e estudante do curso de Fisioterapia (UNOPAR). 

 

Nina Albergaria é bailarina e coreógrafa registrada pelo SATED MG, graduada em Dança – licenciatura - (UFMG), professora, coreógrafa e diretora/fundadora do 
Nina Albergaria Estúdio de Dança em Mariana/MG.

 

Mediação - Carla Gontijo - Artista da dança, pesquisadora da arte do movimento há 35 anos, diretora/fundadora do Estúdio ID Investiga Dança/Ouro Preto/MG. Mestra em Artes e Experiências Interartes na educação pela UFMG.

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Mesa 6

Poéticas do Movimento e do Brincar - a presença porosa das interações

Arte, Educação, Movimento, Brincar, Natureza e Educação Somática. Um olhar sobre a integração destes saberes nas interações entre educadoras(es), pais e mães no suporte para o desenvolvimento de bebês e crianças.

Katiane Negrão é atriz e bailarina, licenciada em Artes Cênicas pela UFOP/ MG. Educadora do Movimento Somático pela abordagem BMC - Body-Mind Centering™️. Praticante desde 2007 do método Co.R.Po e contatista. Integrante da TATO Criação Cênica/PR/DF desde 2004, é diretora e produtora geral da cia, intérprete, codiretora e codramaturga. Integrante do grupo Psoas e Psoinhas/DF, é intérprete, produtora e orientadora do movimento somático. Presta consultoria artística, orientação de movimento e compõe equipes de direção para diferentes grupos e artistas e vários estados do país. Ministra oficinas desde 1998 e neste ano durante a pandemia ministrou seu primeiro curso online Coração Valente Solos em (de)composição.

Oficinas de formação

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Oficina 1

Dança, Corpo e Movimento para o desenvolvimento infantil 

O curso vai mostrar como a dança e o movimento são fundamentais para o desenvolvimento das crianças. Vamos explorar os Padrões Básicos do Movimento, para entender como eles desenvolvem as habilidades motoras, cognitivas e emocionais dos pequenos.  Os participantes vão aprender o Brain Dance, sequência de movimentos para fortalecer o cérebro, a atenção, a memória e a coordenação motora. Além disso, vamos trabalhar com os elementos da Dança Criativa, proporcionando aos participantes repertório para a criação de atividades lúdicas e de movimento que favorecem o desenvolvimento infantil.

 

Carga horária: 7 horas, divididas em 2 encontros de 3h30min

Público alvo: artistas, terapeutas, arte-educadores, mães, pais e outros profissionais interessados no desenvolvimento infantil.

 

Ministrante: Rossana Alves/ Brasília

Dançarina, educadora e especialista em desenvolvimento infantil. Formada em Dança pela UFBA, Educadora do Movimento Somático e Educadora do Movimento Infantil pelo método Body-Mind Centering®. Desde 2008, oferece oficinas sobre desenvolvimento do movimento e desenvolvimento infantil no Brasil e na Califórnia, voltados para educadores, artistas, terapeutas, pais e mães, além de outros profissionais que trabalham com crianças. Rossana dá aulas de Dança Criativa para crianças e  Dança para Famílias há mais de 10 anos. Em 2020, criou o projeto Dançando em Família, voltado para a interação e comunicação entre crianças, mães e pais no Brasil.

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Oficina 2

Improvisação, uma linguagem que dança

Ativar o corpo via movimento, estimulando as possibilidades e a descoberta trazendo questões tanto diretas como correlatas ao movimento em si, abrangendo as intensidades destes corpos. A questão do que pode vir a ser um corpo, e do que este corpo entende sobre estados de dança? Faremos uso de exercícios que estimulem a fisicalidade, a espacialidade, o ritmo, a percepção dos sentidos para trabalhar com jogos lúdicos, direcionados para a improvisação, para que cada participante perceba suas estratégias de composição na linguagem da improvisação e observe os modos de dança que se desvelam na ação deste fazer.      

 

Carga horária: 6  horas, divididas em 3 encontros de 2 horas  

Publico alvo: bailarinos, artistas da cena, estudantes da área da cena viva, diletantes com interesse neste modo de mover.

 

Ministrante: Dudude Hermmam/ BH

Vive e trabalha entre Belo Horizonte e Casa Branca. Artista de dança atua como improvisadora, performer, coreógrafa, diretora de espetáculos e professora de dança, escrevedora. Inicia seus estudos nos anos 70 como parte da geração do Grupo Trans-Forma BH/MG.  Dirigiu seu estúdio de 1994 a 2008, Dirigiu a Benvinda Cia de Dança de 1992 a 2007.  Foi bolsista do Ministério da Cultura do Brasil – projeto Bolsa Virtuose 2000, em residência no Centro Coreográfico de Orleans a convite de Josej Nadj. Em 2003/2004 desenvolveu seu projeto “Poética de um Andarilho –a escrita do movimento no espaço de fora” viabilizado pelas Bolsas Vitae de Artes. É idealizadora, coordenadora do evento Ciclo de Confluências-Ideias de...Desenvolve parcerias criativas com diversos artistas, trabalha em seu atelier de criação, onde promove eventos ligados a arte contemporânea. Possui um Atelier de artista localizado em Casa Branca onde promove ações no foco das artes da cena desde 2010.

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Oficina 3

Dançovivências negrojazzístas: metodologias teórico-práticas do JazzcomJazz.

 

A oficina visa adentrar caminhos das histórias do Jazz sob perspectiva negrodançante, demarcando a importância do Jazz enquanto estética-ética, metodologia, episteme e manifestação artístico-cultural da população negra-estadunidense com fortes reverberações no fazer artístico brasileiro, em contínua luta por liberdade, equidade e destruição do racismo.

 

Carga horária: 6 horas, divididas em 3 encontros de 2 horas  

Público Alvo: todas faixas etárias.

 

Ministrante: Aline SerzeVilaça/ Rio Claro/SP

Atuou como docente do Curso de Licenciatura em Dança da Universidade Federal de Sergipe/UFS. Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da ECA; Universidade de São Paulo-USP/SP. Mestra em Relações Étnico-raciais pelo Programa de Pós-graduação em Relações Étnico-raciais do CEFET/RJ. Especialista em Educação para as relações Étnico-raciais – semi-presencial – pela UNIAFRO/UFOP. Bacharel e Licenciada em Dança pela Universidade Federal de Viçosa - UFV/MG. Cursou atualização em Teorias Políticas e a Diáspora Africana- ONG CRIOLA/RJ; Foi instrutora de Dança do SESI – Mariana. Doutoranda do programa de Pós-graduação em Artes Cênicas a USP. Mestranda do Curso de Mestrado Acadêmico em Culturas Populares da UFS/SE. Intérprete-pesquisadora do Gengibre-Grupo interdisciplinar de pesquisa, extensão, ensino e arte sobre cultura popular. Estagiou no Programa TEIA de Extensão Universitária da Universidade Federal de Viçosa (UFV). Foi estagiária responsável e idealizadora dos Cursos de Extensão: Jazz com Jazz, Jazz Brasil, e Compondo a Cena, na UFV. Foi bolsista do Projeto de Extensão Reconhecer Grafias e Tecer Leituras sobre o Mundo, que visa a promoção da igualdade racial, na UFV. Atuou como editora assistente da Revista Contemporâneos, e colunista da Revista Contemporartes. Estagiou na área de licenciatura em Dança nas escola CASB e Escola Estadual Raul de Leoni ambas situadas em Viçosa/MG. Ministrou aulas na Escola Estadual Dr. Mariano da Rocha, na cidade de Teixeiras/MG; como professora substituta. Participou de mobilidade acadêmica na Universidade Técnica de Lisboa/PT, cursando licenciatura em Dança, na Faculdade de Motricidade Humana/PT (2013). E cursou Jazz Vocal na Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa/PT.

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Oficina 4

Coração Valente Solos em (de)composição

Utilizar princípios da Educação Somática, em especial do BMC –  Body-Mind Centering™️ (centrando corpo e mente), a partir da experiência de corporalização de sistemas anatômicos e traçar um diálogo entre nossas estruturas corporais e a mente que elas reverberam como investigação de: presença cênica, qualidades de movimento, possibilidades de caminhos dramatúrgicos e suporte para o artista em cena.

 

Carga horária: 9 horas, divididas em 3 encontros de 3 horas cada

Público Alvo: artistas profissionais e estudantes da área cênica, teatro ou dança, maiores de 18 anos.

 

Ministrante: Katiane Negrão/ Brasília

Atriz e bailarina, licenciada em Artes Cênicas pela UFOP/ MG. Educadora do Movimento Somático pela abordagem BMC - Body-Mind Centering™️. Praticante desde 2007 do método Co.R.Po e contatista. Integrante da TATO Criação Cênica/PR/DF desde 2004, é diretora e produtora geral da cia, intérprete, codiretora e codramaturga. Integrante do grupo Psoas e Psoinhas/DF, é intérprete, produtora e orientadora do movimento somático. Presta consultoria artística, orientação de movimento e compõe equipes de direção para diferentes grupos e artistas e vários estados do país. Ministra oficinas desde 1998 e neste ano durante a pandemia ministrou seu primeiro curso online Coração Valente Solos em (de)composição.

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Oficina 5

O que pode a dança em tempos pandêmicos?

A partir desta pergunta, esta oficina busca provocar corpos a mover possibilidades de experimentar, criar e discutir sobre o fazer dança no hoje e a partir do mover fomentar  um espaço de provocação plural, horizontal e transversal atento às questões estéticas-poéticas-econômicas-políticas-culturais-sociais. Quais urgências do hoje? O que sente o corpo confinado e o que o provoca a mover? Que corpo essa nova realidade produz? O que acontece ao movimento posto em confinamento domiciliar? Quais danças se fazem (ou é possível) mediadas por dispositivos? Que corpo é esse piskselrizado das telas e o que ele provoca?

 

Carga horária: 9 horas, divididas em 3 encontros de 3 horas  

Público alvo: estudantes, bailarinos, interessados no geral

a partir dos 14 anos.

Ministrante: Maria Emília Gomes/ SP

Artista da dança e do corpo e arte-educadora. É Licenciada em Dança pela Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG e em Estudos Gerais: Artes e Culturas Comparadas pela Universidade de Lisboa. Começou sua formação em dança na cidade de Ouro Preto-MG, profissionalizou-se como intérprete no Balé Jovem do Palácio das Artes de Belo Horizonte/MG e, também, foi bailarina do grupo Dança Jovem e GED (Grupo Experimental de Dança do projeto Corpo Cidadão). Enquanto intérprete-criadora, ampliou sua formação no curso para intérpretes-criadores na Escola Superior de Dança do IPL (Instituto Politécnico de Lisboa/Portugal). Foi Bailarina da Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre/RS, do Coletivo Mimese Cia de Dança Coisa/RS e da ANANDA Cia. de Dança Contemporânea. Atuou como docente no Projeto Escola Preparatória de Dança – EDP da Prefeitura Municipal de Porto Alegre/RS e foi assistente de ensaio da Cia Jovem de Dança/RS. Atualmente é artista e produtora no T.F Style Cia de Dança(SP), direção de Igor Gasparini, docente do Programa FIC-PRONATEC da Fundação das Artes de São Caetano do Sul e professora-coordenadora artística no  projeto Ayodele Balé - Escola de formação em dança para crianças negras - em São Paulo/SP.

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Oficina 6

O Estudo da Anatomia para melhor compreensão das individualidades no ensino da dança.

Essa oficina tem como objetivo trazer informações mais relevantes no campo da Anatomia e Cinesiologia aplicadas à Dança de forma simples e didática, para que alunos e professores possam identificar as características físicas dos seus alunos proporcionando uma correção e instrução mais individualizada, eficiente e segura no processo de construção da técnica. Nesses três dias de oficina teremos a oportunidade de aprender sobre as principais características físicas dos alunos, como elas se comportam dentro da técnica, desde os primeiros anos  até os níveis mais avançados.  Esse aprendizado será oferecido através de aulas teóricas e práticas, onde teremos a chance de aplicar todo o conhecimento teórico oferecido. Tenho em minhas aulas o objetivo de trazer a informação e o estímulo a observação e pensamento.

 

Carga horária: 4 horas, divididas em 2 encontros de 2 horas  

Público alvo: bailarinos, professores, diretores de escolas, artistas, pessoas interessadas no trabalho da anatomia para dança.

 

Ministrante: Carol Lima/ RJ

Bailarina formada pela Escola de Danças Maria Olenewa e professora de ballet clássico por 17 anos na Escola de Danças Petite Danse no Rio de Janeiro. Fisioterapeuta formada pelo IBMR com especializações em Pilates, Trilhos anatômicos, RPG Souchard e Quiropraxia.  Trabalha com reabilitação e Pilates com bailarinos . Ministra o curso de Anatomia da Dança desde 2005 para a Escola de Danças Petite Danse, para os Cursos de Capacitação do Sindicato dos Profissionais de Dança do Rio de Janeiro e na versão on line.

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 Oficina 7

Dança sankofa: trajetórias afro-orientadas para experiências em dança

Partindo de ignições que nascem desde as filosofias e epistemologias africanas e afro brasileiras, a ideia é percorrermos juntes trajetórias poéticas/estéticas/sensíveis em experiências de dança, improvisação, e percepção somática, reconhecendo o corpo e as co-movências que atravessam momentos/contextos. Elementos/princípios como circularidade, comunidade, ginga, corporeidade, ancestralidade, matrigestão, entre outros serão impulsos que convidarão à experiência de dançar pelas trilhas dos saberes negres que se articulam de diferentes formas em espaços de viver e conviver da cultura, das artes e das religiosidades pretas. Reconhecendo Sankofa como tecnologia social ancestre para reelaboração, reinvenção e recriação da vida, adentramos esse território para criar e fabular mundos outros imantados de axé. Assumindo uma perspectiva política decolonial, construiremos campos de mandinga e encantamento, agenciando cosmopercepções estimuladas por um ethos negre.  

 

Carga horária: 9 horas, divididas em 3 encontros de 3 horas  

Público alvo: bailarinos, educadores, artistas, atores, pessoas interessadas no trabalho corporal com essa vertente

 

Ministrante: Ivana Delfino Motta/ Brasília          

Artista da dança, pesquisadora, educadora, produtora e gestora cultural. Possui dupla titulação (Bacharelado e Licenciatura) em Dança pela (UNICAMP-SP) e Especialização em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona (Espanha) e Itaú Cultural (Brasil). É mestranda pelo programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da (UnB) e pós graduanda (especialização) em Estudos Contemporâneos em Dança pela a (UFBA). Realiza pesquisas sobre corpo, decolonialidade, epistemologias afro referenciadas, processos de criação e educação em dança. Atua profissionalmente desde 2000. Lecionou em diversas escolas, OSCs, centros culturais nas cidades de São Paulo, Recife e Brasília atendendo públicos diversos. Foi intérprete em companhias do cenário cultural paulistano além de desenvolver trabalhos cênicos autorais. Durante 4 anos, foi diretora e coreógrafa do Grupo Corpore de Dança na cidade do Recife. Desde 2009 desenvolve trabalhos em produção cultural, escrita e gestão de projetos, curadoria e captação de recursos. Em 2013, integrou a equipe de cultura do Sesc Pernambuco, inicialmente como Professora II Artes (Dança) e posteriormente como Supervisora de Cultura da Unidade Executiva Sesc Piedade, onde coordenou diversos projetos locais (Regional Sesc Pernambuco) e nacionais da Rede Sesc. Em 2018, trabalhou na equipe de produção do Centro de Dança do DF auxiliando na coordenação de programação do equipamento. Desenvolve o projeto artístico CoLab-Performações com o Ajuntamento Abrindo a Sala (DF) e integra a equipe de gestão da Casa Esquina Criativa na Candangolândia (DF).

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Oficina 8

Oficina para professores de dança para crianças

O curso apresenta uma metodologia diferenciada de dança para crianças fundamentada nos princípios da Técnica Klauss Vianna de Dança e Educação Somática, com enfoque na exploração do movimento a partir de atividades lúdicas que trabalham a flexibilidade, a postura, a musicalidade e a criatividade da criança. A Prof. Dra. Jussara Miller apresentará estratégias didáticas compartilhando procedimentos lúdicos utilizados em sua metodologia de ensino, os quais foram desenvolvidos em seu percurso artístico-pedagógico como professora de dança para crianças há duas décadas. 

 

Carga horária: 6 horas, divididas em 3 encontros de 2 horas  

Público alvo: professores da Educação Infantil e Fundamental, professores do ensino não formal, profissionais, pesquisadores e estudantes das artes do corpo que queiram se instrumentalizar para a docência para crianças.

 

Ministrante: Jussara Miller/ SP

Bailarina, coreógrafa, preparadora corporal e professora de dança contemporânea e educação somática, com atuação artística em processos colaborativos de criação entre linguagens: dança, teatro, literatura, fotografia e vídeo. É Mestre e Doutora em Artes e graduada em Dança pela UNICAMP. É docente do Curso de Pós-Graduação em Técnica Klauss Vianna da PUC-SP, em São Paulo. É diretora e professora do “Salão do Movimento”, um espaço de pesquisa e criação em dança e educação somática, em Campinas/SP. É Coordenadora do Bacharelado em Dança da Unimetrocamp. É autora dos livros: “A Escuta do Corpo: sistematização da Técnica Klauss Vianna” (Summus, 3ª Edição, 2007) e “Qual é o corpo que dança? Dança e Educação Somática para adultos e crianças” (Summus, 2012). É dançarina-criadora de solos autorais premiados pelo PROAC, os quais destacam-se: “Clariarce” (2010), “Cá entre Nós” (2011), “Nada Pode Tudo” (2015) e “Corpo Sentado-10 anos” (2016), todos com a direção de Norberto Presta. Realiza apresentações e workshops em diversos eventos nacionais e internacionais de dança, compartilhando a sua ampla experiência artística e pedagógica. Recebeu o Prêmio Denilto Gomes de Dança-2018 pela Trajetória na Dança e o Prêmio Denilto Gomes de Dança-2015 pela coreografia e trilha sonora do solo “Nada Pode Tudo”. Foi finalista do Prêmio Governador do Estado de São Paulo – Dança 2015 com o solo “Nada Pode Tudo” e do Prêmio APCA de Dança-2016, com o solo “Corpo Sentado”.

Apresentações 

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Espetáculo de abertura 

ELO. Prêmio APCA de Melhor Estreia 2019.


Eu que somado ao outro, crio o entendimento de nós: desatados, desacorrentados, mas unidos pelo brincar, pelo mover, pelo afeto. ELO configura-se como uma proposição poética para espaços alternativos que dialoga corpo, arquitetura e público em busca de outro olhar para a cidade, habitando o invisível. Qual a urgência deste corpo hoje? Contra a pulsão de morte, só o atrito que gera empatia e alteridade. Um exercício para tornar visível uma perspectiva da cidade pelo encontro com o outro. Corpos em desvios poéticos que buscam a anarquia dos afetos. Um pulsar pela empatia. É o sorriso como convite e o corpo como morada do outro. O que sensibiliza? Como você exercita a empatia? Tocar foi, ainda é, e para sempre será, a verdadeira revolução. Nem ele, nem ela.
 

Ficha Técnica
Direção Geral e Concepção: Igor Gasparini

Artistas-Criadores: Arthur Alves, Igor Gasparini,
Kenedy Henrique, Luiz Paulo Ragusa, Maria
Emília Gomes, Maria Izabel Jaccoud, Maju Kaiser,
Pasha Gorbachev, Natália Moura e Ruan
Trindade.

Provocação Corporal: Igor Gasparini, Jorge
Garcia, Thiago Alixandre, Eliseu Corrêa, Anelise
Mayumi e Ricardo Galli.

Concepção e Criação de Som: Carlos Ranoya.
Figurinos: Carolina Sudatti e Naira Amaral
Fotos e Vídeo: Isis Gasparini

Duração: 45 min

Classificação: Livre

O T.F.Style Cia de Dança investiga a Dança Urbana Contemporânea e pesquisa as possibilidades de exercitar um pensamento contemporâneo do hip hop. Esta investigação concentra-se em descobrir novas possibilidades corporais a partir de técnicas de diferentes danças urbanas, mas desenvolvendo um trabalho autoral, marcado por um percurso de investigação das sensações que estimulam esses corpos a partir da individualidade dos intérpretes e de estados corporais construídos a partir da relação corpo-cidade. A pesquisa parte das danças urbanas, mas vai transformando suas bases, criando e modificando suas referências, desenvolvendo essa pesquisa particular.

O grupo T.F.Style teve início em 2002, sob direção de Igor Gasparini. A partir de 2007, com a direção artística de Frank Tavantti e com o desenvolvimento do elenco, surge o T.F.Style Cia de Dança, passando a existir enquanto companhia de dança na cidade de São Paulo, destacando-se justamente por esse diferencial: ser um dos núcleos pioneiros nesta investigação da Dança Urbana Contemporânea. É contemplada pela 20a, 24a e 28a Edição do Fomento à Dança da cidade de São Paulo (2016, 2018 e 2020) e pelo Edital PROAC de Circulação de Espetáculos de Dança no Estado de São Paulo.

 

Mostra Solos

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Tati-COR

 

Sinopse

Tati-cor tem o objetivo de resgatar e sensibilizar a luta de um corpo negro e feminino em uma sociedade elitista, patriarcal e machista através da dança. Fazendo uma leitura sobre a história de Chico Rei em que ele lavava os cabelos onde escondia o ouro para comprar sua carta de alforria é pensar a forma de lavar os cabelos nos dias atuais: libertar de pensamentos retrógrados para abrir espaço para o novo, é libertar a sociedade para o novo e convidar a pensar sobre as lutas diárias.

 

Ficha Técnica
Bailarina: Lorena Fernandes (@lollifernandes/@lorenaf_fernandes)
Diretor: Anthony Christian Fernandes (@achristian_pf)
Direção de fotografia: Anthony Christian Fernandes 
Edição: Anthony Christian Fernandes
Câmera 1: Anthony Christian Fernandes
Câmera 2: Uriel Filipe Marques (@urielmarquess)
Assistência: Gabriel Leal (@gabrielcleal)
Imagens aéreas: André Melo (@andre.sm31)

Lorena Fernandes/OP

Arte-educadora, professora, intérprete-criadora, bailarina, coreógrafa e circense aérea. Formada em Licenciatura em Dança pela UFRJ em 2018. Foi bolsista do projeto de extensão da UFRJ – Comunidança (março 2015 – abril 2016) e bolsista e intérprete-criadora do projeto de pesquisa e extensão da UFRJ – Arriscado: um diálogo entre dança e acrobacia (fevereiro 2016 – junho 2017). Formada pelo Estúdio ID – Investiga Dança (julho 2003 – setembro 2012) como bailarina, intérprete-criadora e professora. Atuou como bailarina da Rés Cia de Dança/OP (2008 - 2011).

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Entre o Estar(re)cer
 

Sinopse
Vivenciamos um momento onde o desconhecido e a insegura se faz presente! As emoções e sensações vêm a tona, medo, ansiedade, angustias... Quem e o que seria este “novo normal”? A proposta buscou uma relação do estar, ser e fazer dança em um momento onde o isolamento físico se faz presente. Ressignificar, por meio do movimento e exploração dos espaços, vivências e sentimentos desencadeados por essa nova situação se fez necessário. E assim, modifica-los e representa-los, explorando o estar, vivenciar e se fazer presente em um novo espaço, momento e sentir. Em uma singela intenção de entender e transformar tudo em que permeia a nossa volta surge o solo: Entre o Estar(re)cer

 

Ficha Técnica
Concepção e interpretação: Nacha Samadi Andrade Rosário
Direção Coletiva
Imagens: Denilson R. R. Palazzi
Edição: Juliano Mendes

Nacha Samadi/ OP

Bailarina e pesquisadora da dança há 20 anos com experiência em diversos estilos de dança. Possui licenciatura e bacharelado em Educação Física pela Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP. Como bailarina intérprete -criadora da DI Ninguém participou da turnê em Portugal, com recursos da secretaria de estado de Cultura de Minas Gerais (Edital Circula Minas/2005) com o espetáculo Diáfanus.

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Emmim

Sinopse

O trabalho é uma pesquisa corporal pautada nas minúcias da vida, com relação às sensações e percepções do cotidiano de ser MULHER. A corporalidade gira em torno da pesquisa com  técnicas de educação somática (Técnica Klaus Vianna e BMC)  e movimentos que transpõem para o corpo modos de experienciar a dança e cada instante em que se vive no momento presente. De forma a resignificar as várias instâncias da vida, força e vontade dentro do ser. E assim nasce: EmMim

Ficha Técnica

Concepção e interpretação: Tayane Lacerda

Direção: Ricardo Gontijo

Imagens: Ricardo  Gontijo

Edição: Carlos Marchiori

Tayane Lacerda/ OP

Bailarina, professora e coreógrafa profissional com DRT desde 2015, formou-se pelo curso profissionalizante de dança contemporânea pelo Estúdio ID- Investiga Dança entre os anos de 2009-2012. Possui formação em balé clássico, jazz e moderno. Atualmente membro integrante da Cia Di Ninguém- Núcleo de Investigação em Dança. Atuou na Rés Cia de Dança- Ouro Preto/MG,  hoje nomeada Cia Di Ninguém Núcleo de Investigação em Dança de Ouro Preto/MG. Como bailarina interprete - criadora da Di Ninguém participou da turnê do espetáculo “DiafaNUS” em Lisboa Portugal (Edital Circula Minas/2015).

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Permane-ser

 

Sinopse

Permane-ser nasce da inquietação corporificada após a tragédia/crime ocorrida em 5 de novembro de 2015 na cidade de Mariana com o rompimento da barragem de Fundão das empresas Samarco, Vale e BHP. Com a proposta de tentar entender e localizar o que fica quando tudo, absolutamente tudo de concreto lhe é tirado e lhe resta apenas as roupas do corpo e a vida. Sem esquecer que vidas foram perdidas e que esse se caracterizou como o maior crime ambiental da história, busca ainda fazer relação com outros crimes semelhantemente estarrecedores, como o ocorrido em Brumadinho – MG, com o rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão em 25 de janeiro de 2019.

Ficha Técnica

Direção geral: Jussara Braga

Direção artística: Maria Luísa Ferreira e Vitor Gomes

Intérprete-criadora: Jussara Braga

Imagens: Vitor Gomes e Fernando Primo

Poema: A gente vai embora – Sérgio Cursino

Jussara Braga/ Mariana

Bailarina, professora e coreógrafa. Mestre em Dança pela Universidade Federal da Bahia (2014), graduada em Bacharelado e Licenciatura em Dança pela Universidade Federal de Viçosa (2011). Atuou como professora no Curso de Dança da Universidade Federal de Viçosa – MG (2016-2017) coordenando e ministrando as disciplinas de Balé Clássico, Música e Movimento, Dança Contemporânea, e como professora convidada do Departamento de Educação Física (2017), onde coordenou e ministrou a disciplina Fundamentos Pedagógicos das Atividades Circenses.

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Suor do som

 

Sinopse

A proposta nasce da busca do conhecer a si mesmo através da dança e do movimento. As expressões marcadas pelas emoções e sensações causadas pela música produzida pelo corpo, remete a metáfora de que “o corpo fala”, e dessa forma surgem novas formas de se relação do corpo com a música e da música com o corpo. A improvisação faz parte do roteiro, assim como células coreografadas e marcações de momentos de alto impacto para o público.

Ficha Técnica

Concepção e execução: Ricardo Gontijo

Concepção do objeto cênico musical: Poliana Guimarães

Direção Coletiva

Imagens e edição: Matheus Loreto

Iluminação e sonorização: Rick Campolim

Ricardo Gontijo/ OP

Bailarino profissional desde 2015, com carteira prof.(DRT): 5602557 Serie: 0030/MG. Formou-se pelo curso profissionalizante de dança contemporânea pelo Estúdio ID- Investiga Dança entre os anos de 2009-2015. Possui formação em jazz, moderno, dança de salão e danças urbanas. Pesquisador da dança, professor e coreógrafo. Graduando em Educação Física na Universidade Federal de Ouro Preto. Faz parte do projeto de extensão Fitness Pró- Modalidades de Ginástica pela UFOP.

Dança p/Oscar
 

Sinopse

Esta dança foi produzida no momento de confinamento no qual múltiplos desejos e sensações transpassam o corpo da artista-interprete. Esta dança foi oferecida a Oscar, um amigo cego, como possibilidade de abraçá-lo mesmo que de longe.

Ficha Técnica

Interpretação e criação: Maria Emília Gomes

Filmagem: Wilson Lopes

Audiodescrição: Maria Emília Gomes

Maria Emília Gomes/ SP

Artista da dança e do corpo e arte-educadora. É Licenciada em Dança pela Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG e em Estudos Gerais: Artes e Culturas Comparadas pela Universidade de Lisboa.  Foi Bailarina da Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre/RS, do Coletivo Mimese Cia de Dança Coisa/RS e da ANANDA Cia. de Dança Contemporânea. Atuou como docente no Projeto Escola Preparatória de Dança – EDP da Prefeitura Municipal de Porto Alegre/RS e foi assistente de ensaio da Cia Jovem de Dança/RS. Atualmente é artista e produtora no T.F Style Cia de Dança(SP), direção de Igor Gasparini, docente do Programa FIC-PRONATEC da Fundação das Artes de São Caetano do Sul e professora-coordenadora artística no  projeto Ayodele Balé - Escola de formação em dança para crianças negras - em São Paulo/SP.

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Mover-se é ser

 

Sinopse

Solo sobre o reconhecimento da existência e potência do corpo que dança. Ele se estrutura a partir de uma pesquisa de consciência corporal e integração do corpo/mente, que nasce num contexto pandêmico, de busca interna de identificação desse ser para que ele se perpetue e se apresente seguro de si, inteiro e propício a se relacionar consigo e com o mundo, a aprender, a mudar, a deixar-se ser atravessado e atravessar também. Esse corpo se encontra como mulher, natureza, fluidez, porosidade, inconstância e arte.

 

Ficha Técnica
Concepção e interpretação: Iara Araújo Ferreira

Direção Coletiva

Imagens: Maíra Araújo Ferreira

Edição: Juliano Mendes

Iara Araújo Ferreira/ OP

Bailarina formada pelo curso profissionalizante em dança contemporânea/moderna do Estúdio ID Investiga Dança entre 2016 -2019. Bailarina intérprete/criadora do ID Experimental desde 2016.  Participou como intérprete/criadora do trabalho Manifesto, dirigido por Carla Gontijo, aceito para apresentação no 16° Seminário Internacional Concepções Contemporâneas em Dança (UFMG), em novembro de 2020.

Incíclica

 

Sinopse

Incíclica guiada por movimentos circulares e contínuos desenvolvidos a partir da inspiração da lua cheia, dos ciclos das fases da lua e da sua experiência como mulher cíclica que pariu no meio dessa pandemia. Entendendo e experimentando o corpo que vive constantemente um ciclo de nascimento, plenitude, declínio e morte. O útero como foco, o centro da vida criativa feminina, com sua capacidade de criar, nutrir, gerar, transformar. Uma mulher cíclica que se arredonda nos movimentos da vida na conexão consigo mesma.

 

Ficha Técnica

Concepção e interpretação: Elina Penna

Direção Coletiva

Imagens: João Felipe Viana de Araújo 

Edição: Juliano Mendes

Elina Penna/ OP

Bailarina, pesquisadora da dança há 10 anos, pedagoga com formação profissionalizante em dança contemporânea pelo Estúdio ID - Investiga dança entre 2009 - 2012. Como bailarina intérprete - criadora da DI Ninguém participou da turnê espetáculo “DiafaNUS” em Portugal (Edital Circula Minas/2015).

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Antes do chão

Sinopse

Antes do Chão cai para levantar, toca na morte para trazer a vida, imobiliza para mobilizar pensamentos, reflexões, olhares, sensações… Entre o caminhar curioso e assertivo do olho midiático sobre o corpo imóvel, tecem-se caminhos e narrativas infinitas do que acontece Antes do Chão. De quais corpos fala a videodança? Do meu, do seu, dos nossos. De todos aqueles os quais foram ao chão e se levantaram, mas também dos que permaneceram nele. De todas as mortes conhecidas, as subjetivas e as reais. 
Como uma semente ao chão, a árvore cresce e nos empalidece com seu esplendor. Vemos o corpo se levantar e caminhar sobre o chão que aconchega os ancestrais, a profecia cristã sagrada: do pó viestes e ao pó retornarás. Quais são as possibilidades de vida após a morte? Quais são os modos de se levantar após a queda?

 

Ficha Técnica

Concepção e Interpretação: Carla Gontijo

Orientação e assistência técnica: Samuel Leandro

Imagens: Rick Campolim

 

Carla Gontijo/OP

Bailarina, coreógrafa e pesquisadora da dança, diretora fundadora do Estúdio ID Investiga Dança e da Cia DI Ninguém Núcleo de Investigação em Dança, pedagoga com formação em Pedagogia do Movimento para o Ensino da Dança (UFMG), especialização em Técnica Klauss Vianna (PUC/SP), mestrado em Arte e Experiências Interartes na Educação (UFMG), pós graduanda em Estudos Contemporâneos em Dança (UFBA).

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Coração Valente - solo em (de)composição

 

Sinopse

Em posição me recomponho. Visito a areia como quem procura meus espaços mais internos, partículas ancestrais, dissoluções possíveis. Entre  limites e finitudes, nutrir-me da ciclicidade de ser porosa ao mesmo tempo que poeira de estrela.

 

Ficha técnica

Concepção e interpretação: Katiane Negrão

Direção e edição: Ricardo Alvarenga

Imagens e contra-regragem: Luciano Porto

Produção: Katiane Negrão e Luciano Porto

Katiane Negão/ Brasília

Atriz e bailarina, licenciada em Artes Cênicas pela UFOP/ MG. Educadora do Movimento Somático pela abordagem BMC - Body-Mind Centering™️. Praticante desde 2007 do método Co.R.Po e contatista. Integrante da TATO Criação Cênica/PR/DF desde 2004, é diretora e produtora geral da cia, intérprete, codiretora e codramaturga. Integrante do grupo Psoas e Psoinhas/DF, é intérprete, produtora e orientadora do movimento somático.

Videodança de encerramento

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Por sob a pele - seis mergulhos sensíveis

Sinopse

A partir da leitura de “Mulheres que correm com os lobos”, de Clarissa Pinkola Teles, as criadoras e o diretor selecionaram seis arquétipos de mulheres selvagem para uma investigação corporal e poética. Sem se deter sobre uma ilustração desses arquétipos, “Por Sob a Pele – Seis Mergulhos Sensíveis” é um trabalho colaborativo que parte do encontro entre criadoras e diretor para composição de uma obra em videodança repleta de lirismo e reflexão, imaginação e história pessoal. “E quando me abrir inteira, ficará o quê?”

 

Ficha Técnica

Direção: Julliano Mendes

magens e edição: Julliano Mendes

Intérpretes-criadoras

Carla Gontijo

Elina Penna

Iara Ferreira

Jussara Braga

Nacha Samadi

Tayane Lacerda

A Cia. DI Ninguém - Núcleo de Investigação em Dança, situado na cidade patrimônio mundial, Ouro Preto, Minas Gerais, é o segmento profissional do Estúdio ID Investiga Dança, um espaço de formação, produção, difusão e intercâmbio, atuante há 35 anos no cenário nacional da dança. O trabalho desenvolvido pela Cia. DI Ninguém reflete e repensa modos de produção em dança questionando os papéis hierárquicos do Diretor e Coreógrafo, ressignificado-os a fim de compreender caminhos de um processo de construção e criação totalmente coletivo/colaborativo, dando espaço para a manifestação da autoralidade presente em cada Artista. A companhia DI ninguém, através do espetáculo Diáfanus, inaugura uma nova fase desse segmento profissional do Estúdio ID, que até então vinha se configurando como Rés Cia. de Dança. Em 2021, a Cia DI NInguém Núcleo de Investigação em dança/Ouro Preto  - MG, comemora 20 anos de atuação e resistência, somando em sua trajetória 20 obras coreográficas, uma vitória em se tratando de Cia do interior. Nessa caminhada, a cidade, patrimônio mundial da humanidade, fez parte não apenas como cenografia e patrimônio material, mais como elemento vivo, constituído subjetivamente de memórias e pertencimentos. Olhar para a cidade com intimidade, curiosidade, corporeidade criou a estética dos trabalhos da Cia. Uma relação de (des)construção entre o público e o privado, material e imaterial, artista e transeunte, intérprete e espectador.